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tojoferreira
UMM



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516 Posts

Posted - 04 May 2016 :  13:34:58  Show Profile Send tojoferreira a Private Message  Reply with Quote
Os que realmente dão o couro, alma e sangue pelo país ficam esquecidos.
O ano passado o alfaiate do Ex. Sr. PR foi condecorado também... Sempre a cumprir para além do dever, quem sabe até com sacrifício da própria vida... as agulhas são um perigo!
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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
4655 Posts

Posted - 05 November 2016 :  00:02:03  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
La cosa nostra lusitana


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Eduardo Filipe
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Posted - 06 November 2016 :  22:47:04  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote


Um muçulmano no período do Ramadão senta-se junto a um alentejano no voo Lisboa - Funchal.

Quando o avião descola começam a servir as bebidas aos passageiros.

O alentejano pede um tinto de "Borba Reserva".

A hospedeira depois de servir o vinho pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.

Responde este com ar ofendido

- Prefiro ser raptado e violado selvaticamente por uma dezena de
mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque os meus lábios.

O alentejano engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:

- Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher













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Eduardo Filipe
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Posted - 21 November 2016 :  22:24:14  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
O país que perdeu quase tudo sem dar por isso

NICOLAU SANTOS



21 de Novembro de 2016





Bom dia. Este é o seu Expresso Curto, cada vez mais de olhos em bico, seja por causa de um banco, de umas eleições, de umas revelações, das pensões ou do diabo, que não arreda pé da política nacional.



O país amanhece hoje com mais um banco controlado por capitais chineses. O grupo privado Fosun passa a deter 16.7% do capital do BCP, tornando-se o maior acionista individual, através de uma operação de aumento de capital, pelo qual paga 175 milhões de euros. Fica aberto o caminho para chegar aos 30% e conta já com a luz verde do BCE para esse efeito. Também os direitos de voto vão subir do atual limite de 20% para 30%. A entrada dos chineses mereceu o acordo dos outros principais investidores, nomeadamente os angolanos da Sonangol e os espanhóis do Sabadell. A Fosun já controla a companhia de seguros Fidelidade e a Luz Saúde. Mas a entrada no BCP far-se-à através de uma entidade chamada Chiado.



O negócio é excelente para o banco, que precisava de estabilidade acionista e de aumentar capital, até porque ainda deve 700 milhões ao Estado da ajuda que recebeu durante o período da troika. Mas… o BCP é o maior banco privado português. A EDP é a maior empresa elétrica do país. A REN – Redes Elétricas Nacionais gere as principais infraestruturas de transporte de eletricidade e de gás natural. A ANA controla todos os aeroportos nacionais. A TAP é fundamental na captação de turistas para o país. Todos foram vendidos ou estão concessionados a investidores estrangeiros, assim como o porto de Sines (detido pela PSA de Singapura) e todos os outros (Lisboa, Setúbal, Leixões, Aveiro e Figueira da Foz, controlados pela empresa turca Yilport).



Ora um país que não controla os seus portos, os seus aeroportos, a sua energia (quer a produção quer a distribuição) nem o seu sistema financeiro na quase totalidade (escapa a CGD) é seguramente um país que terá no futuro cada vez mais dificuldades em definir uma estratégia nacional de desenvolvimento.



Provas? A TAP quer comprar oito aeronaves para fazer face à procura crescente resultante das rotas que abriu para os Estados Unidos mas a ANA responde-lhe que não tem espaço para o seu estacionamento no aeroporto Humberto Delgado. Na verdade, os franceses da Vinci, que controlam a ANA, deveriam ter já arrancado com a construção de um novo aeroporto porque o número de passageiros na Portela está muito próximo do limite definido no acordo para que esse passo seja desencadeado. Mas preferem a solução Portela mais Montijo, que lhes sai mais barata e que só deverá estar pronta dentro de três anos, a construir um novo aeroporto, uma decisão obviamente de importância estratégica para o país.



Mais provas? Como se disse, o porto de Sines foi concessionado à PSA de Singapura. Ora, os chineses estão interessados em Sines, onde se propõem aumentar os cais e as plataformas de apoio, mais uma plataforma industrial para montarem os produtos cá e obterem o “made in Portugal”, podendo assim entrar sem problemas no mercado europeu. Só que a PSA de Singapura opõe-se e faz valer a sua opinião por ser dona da concessão. E as autoridades portuguesas pouco podem fazer porque infraestruturas deste tipo são únicas: não se podem construir outras ao lado.



É este o Estado que temos: sem poder para mandar naquilo que é verdadeiramente essencial para definir uma estratégia de desenvolvimento. E o que é espantoso é que quase tudo tenha acontecido em tão pouco tempo (entre 2011 e 2015, pouco mais de quatro anos) e que estivéssemos tão anestesiados que o não conseguíssemos evitar.




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Eduardo Filipe
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Posted - 25 November 2016 :  22:14:56  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
No Parlamento Europeu

Podem traduzir carregando nas definições.



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Eduardo Filipe
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Posted - 03 March 2017 :  22:54:07  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
amigos

Procurador suspeito de corrupção emprestou dez mil euros ao juiz Carlos Alexandre

Orlando Figueira é amigo do magistrado, e um dos principais arguidos da Operação Fizz. Dinheiro para ajudar na construção de casa em Mação já foi devolvido.


A Carlos Alexandre não pareceu suspeita a subida do amigo na vida lm miguel manso



Uma das passagens mais controversas da entrevista que o juiz Carlos Alexandre deu no Verão passado à SIC relacionava-se com o facto de ter dito que não tinha amigos ricos, razão pela qual não lhe restava senão viver do seu trabalho. Mas os investigadores da Operação Fizz, na qual o procurador Orlando Figueira é suspeito de ter sido pago por Manuel Vicente, hoje vice-presidente angolano, para arquivar dois processos que o incriminavam, descobriram que afinal Carlos Alexandre sempre tinha um amigo pródigo: precisamente este procurador, que lhe emprestou dez mil euros em 2015, e que foi recentemente acusado dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais, violação do segredo de justiça e falsificação de documento.



Orlando Figueira e Carlos Alexandre conheceram-se há um quarto de século, quando trabalhavam ambos no tribunal de Vila Franca de Xira, e tornaram-se amigos. Ao ponto de Orlando Figueira ter passado a ser visita da casa de Carlos Alexandre, um privilégio raro, como explicou recentemente o juiz às duas procuradoras que lideram a Operação Fizz.

Advogado de Manuel Vicente passaria dados de inquérito em segredo a PGR de Angola



As magistradas chamaram Carlos Alexandre a depor no processo há pouco mais de um mês, na qualidade de testemunha, porque queriam saber a razão de ele ter transferido a 9 de Março de 2016 dez mil euros para a conta do amigo, que já então tinha sido constituído arguido.

O juiz contou que tinha precisado do dinheiro para continuar a construção de uma casa na sua terra natal, Mação. Havia pedido um empréstimo de cem mil euros à Caixa Agrícola para esse efeito, mas o dinheiro só era libertado em prestações, à medida que a obra ia avançando. Antes de lhe concederem uma nova tranche, os funcionários do banco visitavam a obra e faziam um auto de medição, para aquilatarem da evolução dos trabalhos. Como em Outubro de 2015 a obra não tinha avançado o suficiente não foram libertados dez mil euros com que o juiz contava para prosseguir os trabalhos.

Por essa altura, já Orlando Figueira tinha arquivado os processos do vice-presidente angolano, deixado o Ministério Público e passado a trabalhar no BCP, que tem entre os seus maiores accionistas a Sonangol, liderada à época por Manuel Vicente. O Ministério Público suspeita de que este emprego era, além do dinheiro que lhe foi depositado numa conta bancária, outra forma de Manuel Vicente compensar o antigo procurador por este não o ter incriminado naquelas duas investigações, uma das quais versava sobre a compra de um apartamento no condomínio de luxo Estoril-Sol por perto de quatro milhões de euros.

Carlos Alexandre via que o amigo tinha subido na vida, mas assegura que isso não lhe levantou quaisquer suspeitas. Afinal, além de trabalhar no banco Orlando Figueira ainda tinha uma avença, como advogado, com o Centro Hospitalar de Lisboa.

Embaixador de Angola e o caso Manuel Vicente: "Quem acusou é que sabe por que o fez"



Só mais tarde o juiz se havia de mostrar chocado e surpreendido com os fortes indícios que impendiam sobre Orlando Figueira. No interrogatório a que foi submetido no Departamento Central de Investigação e Acção Penal há pouco mais de um mês, o juiz aludiu à forma bem vestida como o amigo se apresentava, ao facto de ter comprado um carro novo e de o filho se encontrar a estudar nos Estados Unidos como motivação para ter aceite o empréstimo que ele lhe oferecera, depois de Carlos Alexandre ter desabafado que lhe faltavam dez mil euros.

Hesitou em aceitar, mas perante a insistência, e porque o via bem na vida, acabou por o fazer, justificou-se perante as procuradoras. Só em Março de 2016, data em que o Crédito Agrícola libertou mais uma prestação do empréstimo, lhe devolveu o dinheiro.

Carlos Alexandre foi ainda questionado sobre o currículo de um dos seus filhos ter sido encontrado no escritório de um advogado que representava o vice-presidente e outros dirigentes angolanos em Portugal, Paulo Blanco. Mais uma vez foi pela mão de Orlando Figueira que tudo sucedeu: o rapaz, que estudava Engenharia Química no Instituto Superior Técnico, estava à procura de emprego e o procurador disse-lhe que como conhecia pessoas na Sonangol podia lá entregar o currículo. Acabou por ir a uma entrevista na petrolífera meses mais tarde, quando já estava empregado, tendo recusado o lugar que lhe ofereceram.

Contactado pelo PÚBLICO, Carlos Alexandre não quis comentar estes episódios.

O melhor do Público no email



Cândida Almeida diz-se enganada

Igualmente ouvida pelas procuradoras da Operação Fizz, a antiga directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, Cândida Almeida, disse-se enganada pelo seu antigo subordinado Orlando Figueira, quer no que respeita ao seu futuro após abandonar a magistratura, quer no que concerne ao arquivamento das investigações a Manuel Vicente. É que Cândida Almeida subscreveu o arquivamento proposto pelo procurador. Diz, porém, que nunca percebeu que ele iria apagar do processo o nome do governante angolano, ou devolver-lhe os comprovativos de rendimentos que lhe tinha pedido para justificar a compra do apartamento de luxo — procedimentos que a magistrada considera, de resto, ilegais.

A magistrada ainda quis saber se quando deixasse o DCIAP Orlando Figueira iria mesmo trabalhar para os angolanos, como constava. Ele assegurou-lhe que não. Mais tarde, já depois da sua saída, almoçaram juntos e perguntou-lhe onde estava. Quando ouviu falar no BCP ficou aliviada com a resposta: não associava este banco ao capital angolano.



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Posted - 26 May 2017 :  23:02:41  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
JORNALISTA TUGAS SÃO UM ESPANTO, EM ESPECIAL OS DA CMTV



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tojoferreira
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Posted - 30 May 2017 :  10:33:04  Show Profile Send tojoferreira a Private Message  Reply with Quote
Toda a gente sabe que o papa é um bom canalizador! Sempre que me entope qualquer coisa em casa eu faço uma reza e fica tudo resolvido ;)
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Posted - 13 March 2018 :  22:12:08  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
A Vergonha Universitária - 3

Vergonha para as universidades públicas!
Leiam isto! (DN, 5 março 2018)
Vergonha!

Nova profissão de Passos agita debate público

A notícia de que Passos Coelho, agora fora da política ativa, vai dar aulas no ISCSP (Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas) de Lisboa tem provocado um intenso debate nas redes sociais. Surgiram vozes criticando o estatuto docente que foi dado ao ex-líder do PSD (professor catedrático convidado).
Raquel Varela, historiadora, escreveu que o ex-primeiro-ministro e ex-líder do PSD "conseguiu, pago pelos nossos impostos, destruir os serviços públicos, que já não existem com qualidade mas que continuamos a pagar".
Agora "acaba a dar aulas numa universidade pública, paga por nós, onde vai ensinar a outros como continuar a destruir serviços públicos, que continuaremos a pagar, mesmo quando já não existirem. O Estado é deles. Merece o lugar de catedrático. Quem não o conseguiu parar é que deve lamentar". Portanto, "Passos foi de Massamá ao Restelo a cavalo na vida política pública."

Rui Bebiano, da Universidade de Coimbra, escreveu que "nada" tem "contra a possibilidade de um ex-governante lecionar numa universidade" e isto "independentemente das suas escolhas políticas".
Mas "no caso agora em apreço, sem formação, mérito ou reconhecimento não faz sentido, a não ser por nepotismo, o convite dirigido pelo ISCSP a Passos Coelho". "É uma desonra para uma escola pública, e uma afronta para quem, no sistema universitário, tanto dá ao longo da vida subindo custosamente a pulso, ou nem sequer o consegue fazer devido ao rigoroso limite de vagas".
Já Nuno Garoupa, professor de Direito e de Economia, começou por considerar que o ISCSP se tornou "numa espécie do "Estoril académico"
dos exilados da política. O local preferido das vítimas da austeridade. Primeiro Seguro, agora Passos. Só falta Portas e até parece um remake de 2013!"

Explicando ainda que "anda por aí uma enorme confusão entre catedrático (professor doutorado, agregado e concursado) e [o caso de Passos] catedrático convidado (professor convidado com equiparação e salário de catedrático por decisão dos órgãos da escola)".

Comentário: a pouca vergonha generalizada!


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