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Eduardo Filipe
UMMzão


Portugal
4623 Posts

Posted - 22 November 2011 :  12:08:37  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
FMI atribui a ex-funcionários pensões superiores a 7 mil euros


Os planos de reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI) prevêm que os trabalhadores aufiram pensões vitalícias a partir dos 50 anos. Ao mesmo tempo que impõe cortes salariais e diminuição das pensões em países como Irlanda, Grécia e Portugal, o FMI distribui pelos seus ex-funcionários pensões que chegam a ultrapassar os 7 mil euros mensais.

ARTIGO | 17 NOVEMBRO, 2011 - 03:55


Segundo os Planos de Reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI), que visam "assegurar um rendimento de substituição" que permita aos funcionários "manter um padrão de vida razoável durante a aposentadoria", as pensões vitalícias são pagas "a partir de 50 anos de idade com um mínimo de três anos de serviço".

As prestações devidas a ex-funcionários do FMI chegam a ascender, por sua vez, a mais de 7 mil euros, o que contrasta, tal como tem vindo a denunciar Dean Baker, codiretor do Centro de Pesquisa Económica e Política, em Washington, com as "escassas pensões de algumas centenas de euros por mês auferidas pelos gregos e que tanto têm irritado os banqueiros".

Segundo Baker, caso a proposta do ex-ministro grego George Papandreu, no sentido de submeter o novo pacote de ajuda financeira a um escrutínio popular, tivesse, de facto, avançado, "o povo grego, que já foi forçado a aceitar um aumento da sua idade de reforma e pensões mais baixas, poderia sugerir o mesmo para os economistas do FMI".

"Mas a oportunidade de o povo grego participar na discussão rapidamente foi vedada", lamenta o codiretor do Centro de Pesquisa Económica e Política num artigo na sua coluna semanal no Guardian. "Estamos de novo perante um diálogo entre banqueiros e políticos", onde "não há muito espaço para a democracia", conclui.






Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

Posso não voltar..., mas vou

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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
4623 Posts

Posted - 23 November 2011 :  01:37:13  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
Aqui está um menu a que se pode chamar, "um Português com tomates", o que não é certamente o caso dos jornalistas (masculinos e femininos), deste país...!!!

PARECE SER DOS POUCOS HONESTOS DESTE PAÍS (será por estar no estrangeiro?)

POR QUE RAZÃO ISTO NÃO PASSOU CÁ NO CANAL RTP1, RTP2, SIC, TVI, SIC NOTICIAS, JORNAL NOTICIAS, DN, TSF, PÚBLICO, CORREIO DA MANHÃ, EXPRESSO, DIÁRIO ECONÓMICO...
A VERDADE É QUE NÃO PASSOU...
A VERDADE É QUE NINGUÉM OUVIU...
A VERDADE É QUE NINGUÉM ESCREVEU NADA...


Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

Posso não voltar..., mas vou
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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
4623 Posts

Posted - 23 November 2011 :  01:51:21  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote


Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

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PedroUMM
UMMzão



4135 Posts

Posted - 23 November 2011 :  14:11:09  Show Profile Send PedroUMM a Private Message  Reply with Quote
O Rui Tavares não é independente...



Free2UMM
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streetpreacher
UMM



Tuvalu
1587 Posts

Posted - 23 November 2011 :  16:49:46  Show Profile Send streetpreacher a Private Message  Reply with Quote
Olha aqui o telhado de vidro do irmão do ministro do negocios estrangeiros.
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Façam copy paste do link e onde estão os asteriscos metam uta

Valter Ferreira

Clube UMM

Socio nº 0058



Edited by - streetpreacher on 23 November 2011 16:51:43
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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
4623 Posts

Posted - 28 November 2011 :  20:50:55  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
TEXTO:

Quando eu escrevo a palavra acção, por magia ou pirraça, o comp***dor retira automaticamente o C na pretensão de me ensinar a nova grafia.

De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa.

Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim.

São muitos anos de convívio.

Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes CCC's e PPP's me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância.

Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: - não te esqueças de mim!

Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí.

E agora as palavras já nem parecem as mesmas.

O que é ser proativo?

Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.

Depois há os intrusos, sobretudo o R, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato.

Caíram hifenes e entraram RRR's que andavam errantes.

É uma união de facto, e para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem.

Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os EEE's passaram a ser gémeos, nenhum usa ( ^^^) chapéu.

E os meses perderam importância e dignidade; não havia motivo para terem privilégios. Assim, temos janeiro, fevereiro, março, são tão importantes como peixe, flor, avião.

Não sei se estou a ser suscetível, mas sem P, algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.

As palavras transformam-nos.

Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos.

Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do C não me faça perder a direção, nem me fracione, e nem quero tropeçar em algum objeto.

Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um C a atrapalhar.

Só não percebo porque é que temos que ser NÓS a alterar a escrita, se a LÍNGUA É NOSSA ...? ! ? ! ?
















Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
4623 Posts

Posted - 29 November 2011 :  23:13:43  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
Este quadro é eloquente!

Os maiores caloteiros da Europa são a Alemanha, com mais de doze vezes a dívida pública portuguesa, a Itália e a França.

Sozinha, a Itália tem quase o triplo da dívida pública acumulada da Grécia, da Irlanda e de Portugal.

Em percentagem do PIB, os campeões são a Grécia (157,7%), a Itália (120,3%) e a Irlanda (112%).

Esta m£#&@ não vai acabar bem. Vamos mesmo todos para o buraco! Limpinho.


Mas se é assim, o governo está à espera do quê? Que os outros começem a cair? Não, meus amigos. Quem manda nesta “marmelada” jamais nos deixará sair. Veja-se que já mudaram dois 1ºs ministros de dois países, sem eleições, e quando um deles falou em referendo, calçaram-lhe logo uns patins. Quem é que manda nesta “marmelada”? É o Durão? É o parlamento Europeu? É algum colégio de Mestres? É algum iluminado? Não. São dois habilidosos que estão tentando evitar a sua própria implusão: Fuhrer Merkel e Le President Sarkosy!!!

Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
4623 Posts

Posted - 01 December 2011 :  13:17:00  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote



Desculpem-me os que para aqui não estiverem voltados mas não resisti a deixar-vos aqui um comentário que vi num dos Blogs que frequento e que nunca por nunca ser passaria na nossa Comunicação Social. Vale a pena ler!

A OPERAÇÃO FACE OCULTA COM RABO DE FORA

1.A operação Face Oculta com Rabo de Fora destinava-se, de facto, a fazer o máximo de ruído possível para desviar as atenções do tenebroso folhetim BPN.

2.Ainda hoje visa em parte isso mesmo, apesar de estar um pouco descaída para robalos e alheiras...

3.Com a face oculta, valia tudo! Até escutas ilegais ao primeiro ministro - o que, num estado de Direito, deveria ter resultado no julgamento dos responsáveis pelas gravações.

4.A páginas tantas, a operação Face Oculta foi redireccionada, passando a visar principalmente Sócrates e o seu governo. Era preciso derrubar Sócrates e mudar de governo, porque havia gigantescos interesses em jogo e, em particular, o caso BPN prometia dar completamente cabo do PSD.

5.Do folhetim BPN ignoram-se ainda hoje numerosos episódios. Aquilo é uma torrente de lama inesgotável.

6.Que eu me lembre, o agora falado caso IPO/Duarte Lima, de que Isaltino também foi uma peça fulcral, não foi sequer abordado durante o Inquérito Parlamentar sobre o BPN - inquérito a que o PSD se opôs então com unhas e dentes, como é sabido. A táctica então escolhida pela quadrilha laranja foi desencadear um inquérito parlamentar paralelo, para averiguar se Sócrates estava ou não a asfixiar a comunicação social!! Mais uma vez, uma produção de ruído para abafar o caso BPN e desviar as atenções.

7.Mas é interessante examinar como é que o negócio IPO/Lima foi por água abaixo.

8.Enquanto Lima filho, Raposo e Cia. criavam um fundo com dezenas de milhões amigavelmente cedidos pelo BPN de Oliveira e Costa, Isaltino pressionava o governo para deslocar o IPO para uns terrenos de Barcarena, concelho de Oeiras. Isaltino comprometia-se a comprar os terrenos (aos Limas e Raposo, como sabemos hoje) com dinheiro da autarquia e a "cedê-los" generosamente ao Estado para lá construir o IPO. Fazia muito jeito que fosse o município de Oeiras a comprar os terrenos e não o ministério da Saúde, porque assim o preço podia ser ajustado entre os amigos vendedores e compradores, quiçá com umas comissõezinhas a transferir para a Suíça.

9.Duarte Lima tinha sido vogal da comissão de ética (!!!) do IPO entre 2002 e 2005, estava bem dentro de todo os assuntos e tinha óptimas relações para propiciar o negócio. Além disso, construiu a imagem de homem que venceu o cancro, história lacrimosa com que apagava misérias anteriores. O filho e o Vítor Raposo eram os escolhidos para dar o nome, pois ao Lima pai não convinha que o seu nome figurasse como interessado no negócio.

10.Em Junho de 2007 Isaltino dizia ainda que as negociações para a compra dos terrenos em causa estavam "em fase de conclusão" (só não disse nunca foi a quem os ia comprar, claro). E pressionava o ministro da Saúde: "Se se der uma mudança de opinião do governo, o cancelamento do projecto não será da responsabilidade do município de Oeiras."

11.Como assim, "mudança de opinião do governo"?

12.Na verdade, Correia de Campos apenas dissera à Lusa que o governo encarava a transferência do IPO para fora da Praça de Espanha e que estava a procurar um terreno, em Lisboa ou fora da cidade, para esse efeito. Nenhuma decisão tinha sido tomada, nem nunca o seria antes das eleições para a Câmara de Lisboa, que iam realizar-se pouco depois, em Julho de 2007.

13.No decorrer do ano de 2007, porém, a Câmara de Lisboa, cuja presidência foi conquistada por António Costa, anunciou que ia disponibilizar um terreno municipal para a construção do novo IPO no Parque da Bela Vista Sul, em Chelas, Lisboa. Foi assim que se lixou o projecto Lima-Isaltino: o ministro Correia de Campos não cedeu às pressões de Isaltino e a nova Câmara de Lisboa pretendia que o IPO se mantivesse em Lisboa. Com Santana à frente da autarquia e um ministro da Saúde do PSD teria tudo sido provavelmente muito diferente. E os Limas e Raposos não teriam hoje as chatices que se sabe. E Duarte Lima até talvez já tivesse uma estátua no Parque dos Poetas do amigo Isaltino.

14.Sabemos como, alguns meses depois deste desfecho, Correia de Campos foi atacado por Cavaco no discurso presidencial de Ano Novo, em 1 de janeiro de 2008. Desgostado com as críticas malignas do traiçoeiro Presidente, Correia de Campos pediu a sua demissão ainda nesse mês. Não sabemos nem podemos saber o que terá levado o PR a visar dessa maneira um ministro do governo Sócrates, por sinal um dos mais competentes. Que Cavaco queria a pele de Correia de Campos, foi bem visível. Por causa do fracasso do projecto do IPO/Oeiras e dos prejuízos causados ao clan Lima e à mafia laranja? É bem possível!


Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

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Eduardo Filipe
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Posted - 06 December 2011 :  09:44:45  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
Mário Crespo: Imaginem



Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados.

Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.

Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.

Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.

Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta.

Imaginem que só eram usados em funções do Estado.

Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.

Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.

Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos cinco mil euros por mês.

Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha.

Imaginem que o faziam por consciência.

Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.

Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.

Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.

Imaginem remédios dez por cento mais baratos.

Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.

Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.

Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.

Imaginem as pensões que se podiam actualizar.

Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.

Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal.

Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.

Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.


Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.

Imaginem que país seremos se não o fizermos......


Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
4623 Posts

Posted - 21 December 2011 :  00:31:03  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
Mensagem recebida de um emigrante a viver no estrangeiro:
Se és um jovem português,
atravessa a fronteira do teu País
e parte destemido
na procura de um futuro com Futuro

Porque no teu País
A Educação é como uma licenciatura
tirada sem mérito e sem trabalho,
arquitectada por amigos docentes
e abençoada numa manhã dominical

Porque no teu País
É mais importante a estatística dos números
que a competência científica dos alunos.
O que interessa é encher as universidades,
nem que seja de burros

Porque no teu País
A corrupção faz parte do jogo
onde os jogadores e os árbitros
são carne do mesmo osso
e partilham o mesmo tempero

Porque no teu País
A justiça é ela própria uma injustiça
porque serve quem é rico e influente
com leis democraticamente pobres

Porque no teu País
As prisões não são para os ladrões ricos
porque os ricos não são ladrões
já que um desvio é diferente de um roubo

Porque no teu País
A Saúde é uma doença crónica
onde, quem pouco tem
é sempre colocado na coluna da despesa

Porque no teu País
Se paga a quem nada faz
e se taxa a quem pouco aufere

Porque no teu País
A incompetência política
é definida como coragem patriótica

Porque no teu País
O mar apenas serve para tomar banho
e pescar sardinhas

Porque no teu País
Um autarca condenado à prisão pela justiça
pode continuar em funções em liberdade
passeando e assobiando de mãos nos bolsos

Porque no teu País
Os manuais escolares são pagos
enquanto a frota automóvel dos políticos
é topo de gama

Porque no teu País
Há reformas de duzentos euros
e acumulação de reformas de milhares deles

Porque no teu País
A universidade pública deixou cair a exigência
e as licenciaturas na privada
tiram-se ao ritmo das chorudas mensalidades

Porque no teu País
Os governantes, na sua esmagadora maioria
apenas possuem experiência partidária
que os conduz pelas veredas do "sim ao chefe"

Porque no teu País
O que é falso, é dito como verdade,
sob Palavra de Honra!
São votos ganhos numa eleição

Porque no teu País
As falências são uma normalidade,
o desemprego é galopante,
a criminalidade assusta,
o limiar da pobreza é gritante
e a venda de Porsche e Ferrari ... aumenta

Porque no teu País
Há esquadras da polícia em tal estado
onde os agentes se servem da casa de banho
dos cafés mais próximos

Porque no teu País
Se oferecem comp***dores nas escolas
apenas para compor as estatísticas
do saber "faz de conta" em banda larga

Porque no teu País
Se os teus pais não forem ricos
por mais que faças e labutes
pouco vales sem um cartão partidário

Porque no teu País
Os governantes não taxam os bancos
porque, quando saírem do governo
serão eles que os empregam

Porque no teu País
És apenas mais um número
onde o Primeiro-Ministro se chama Alice
que vive no País das Maravilhas
mesmo ao lado do teu.

Foge !
E não olhes para trás !

Fim de citação


Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

Posso não voltar..., mas vou
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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
4623 Posts

Posted - 02 January 2012 :  00:02:11  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote



Ficar ou sair da zona euro?


1 – Apareceram como cogumelos neste Outono (do nosso descontentamento) comentadores a fazerem críticas à UE e (veja-se lá!) até mesmo à Alemanha. Ainda há pouco lacrimejavam pelos contribuintes alemães que se "sacrificavam" pelos despesistas países periféricos. São os mesmos que incensavam os tratados da UE como portadores de futuros radiosos e apostrofavam como sacrílegos os que se atreviam a criticar sua eminência Trichet ou punham em dúvida a "bondade" dos mercados.

E no entanto, houve quem avisasse que a entrada na UE traria problemas insolúveis ao país e que a adesão ao euro seria um desastre. Era fácil ver que em todas as actividades básicas e estratégicas para o desenvolvimento nacional (na indústria, na agricultura, nas pescas) já então os países da UE eram excedentários. Para silenciar as críticas proclamava-se que teríamos 500 milhões de consumidores, à nossa disposição! Omitiam que havia centenas de milhões de produtores com produtividades muito superiores à nossa.

Pelos habituais "30 dinheiros", fecharam-se empresas, desmantelou-se a produção agrícola, abateram-se embarcações. Os responsáveis por esta situação – para mostrarem preocupação – agora vão falando das potencialidades do país naquelas áreas.

CRÍTICAS INÓCUAS

2 – Tais críticas são inócuas e circunstanciais. As pseudo soluções desses comentadores passam sempre pelo que lá de fora façam por nós, isto é, por eles. Dizem que o BCE deve garantir as dívidas soberanas ameaçadas pela desconfiança dos mercados, que deve ser reforçada a coordenação fiscal, que devem ser lançados eurobonds. Além disto, a Alemanha deve congelar a sua ortodoxia em relação ao controlo da inflação e funcionar como motor da economia europeia.

Não passam de votos piedosos sobre a reforma da UE que não saem dos critérios neoliberais, nem atacam os problemas de fundo: tenta-se "mudar alguma coisa para ficar tudo na mesma".

Vejamos, o BCE não está em condições de garantir nada quanto ao descrédito do euro. Foi graças às suas políticas que a economia europeia entrou em estagnação, sob ataque do dólar e de agências de notificação, os países com elevadíssimos défices, os bancos em crise de financiamento vivendo de capital fictício e continuando inconscientemente na senda da especulação, tolerada e incentivada pelo BCE/UE.

Os eurobonds seriam pouco mais que lixo, mesmo que a Alemanha não os tivesse já recusado vezes sem conta. Os BRIC já demonstraram que ignoram os problemas do euro. A Europa não tem aliados. Os EUA transformaram-na num satélite: ao mesmo tempo que se servem dela para a sua política imperial, movem-lhe guerra pelo dólar contra o euro.

A China e a Rússia não têm qualquer interesse estratégico em fortalecer à sua custa os que estão incondicionalmente do lado dos seus adversários reais (os EUA).

OS ILUSIONISTAS AUTÓCTONES

3 – A Alemanha não pode, por muito que custe aos ilusionistas da política nacional, ajudar ninguém. Aliás a condição que apresenta para alterar o funcionamento do BCE é passar a ter controlo sobre os orçamentos dos demais países. Ou seja: sem qualquer garantia sobre coisa alguma, concretizar o velho sonho imperial alemão de tornar os demais países suas colónias. Nem o Governo Federal dos EUA tem este poder sobre os Estados. Claro que para os que apoiam o governo – tal como os que se abstêm…– e que pretendem acabar com o feriado do 1º de Dezembro, a questão da independência nacional pouco ou nada deve dizer. O seu reaccionarismo pseudo nacionalista resume-se a atacar os imigrantes pobres – ao mesmo tempo que aconselham os jovens a irem-se embora do país…

A Alemanha não pode ajudar ninguém e dificilmente a ela própria, sob pena de perder a sua posição competitiva na primeira linha das tecnologias avançadas – as key enabling tecnologies: biotecnologia industrial, micro e nanoelectrónica, novos materiais, fotónica, tecnologias avançadas de fabrico. A Alemanha faz parte do reduzidíssimo grupo de países líderes nestas áreas com os EUA e Japão. Além destes com participação bastante inferior vêm a França, o Reino Unido, a Coreia do Sul, a Holanda, a que se junta, procurando recuperar atrasos, a China.

São tecnologias que necessitam de elevadíssimo nível de capitais para investigação e investimentos, com taxas de retorno muito reduzidas por ora. A Alemanha atrasar-se neste domínio seria perder o seu estatuto tecnológico. O que a Alemanha precisa é que os seus bancos transformem em capital real o capital fictício de que estão atulhados e de mão-de-obra barata de países seus satélites na UE.

A Alemanha precisa do euro suficientemente alto para a sua finança e suficientemente baixo em relação à sua produtividade para a sua indústria. Por isto, a Alemanha precisa do euro, e precisa de países europeus que mantenham a sua Balança de Transacções altamente excedente (131 mil milhões de euros, previstos para este ano).

Trata-se no entanto de uma contradição maior – uma antinomia, em termos da filosofia: para salvar a economia destrói a finança; para salvar a finança destrói a economia. Em qualquer dos casos, destrói os demais países europeus. O que é de salientar é que todos aqueles comentadores a que nos referimos consideram que se a UE não se empenhar em resolver os problemas de Portugal, estaremos condenados a seguir o caminho da Grécia! Mas é o que já está a acontecer. De forma que são totalmente ridículas – em termos da matemática ou da física dir-se-ia, desprezáveis – aquelas criticas à D. Merkel.

O CAMINHO DA SERVIDÃO

4 – A questão permanece: ficar ou sair da zona euro. Recentemente uma sondagem dava conta que mais de 73,8% dos inquiridos não queria que Portugal saísse do euro. O que é curioso é que com a desinformação e propaganda a favor do euro mais de 26% não o aprovem. Ora ninguém disse que saindo do euro acabavam as dificuldades: o problema é que ficando no euro o caminho é a servidão, a redução de Portugal a país colonizado pelos tais "países amigos".

Dizia o gen. De Gaulle – ao que parece repetindo Richelieu – que em política externa não há ideologias, só interesses. Desenganem-se, pois, os que vão nos cantos de sereia de "mais Europa". Aliás quanto "mais Europa", pior os seus países têm ficado. A Alemanha e os mais fortes hão de defender os seus interesses à custa dos mais fracos. Todos os tratados da UE mostram isto mesmo. D. Merkel diz que salva o euro tendo controlo sobre os OE dos outros países. É espantoso que isto seja dito e tolerado, mas além do mais é uma mentira: a Alemanha não tem capacidade para salvar o euro. O que pretende é colocar os outros países na sua órbita, reduzi-los à condição de mão de obra barata e sem direitos.

Nenhum problema do país vai ser resolvido, por este caminho. Vamos ficar com mais dívida, mais desemprego, mais falências, mais recessão, mais exploração interna e externa. Só em 2010 foram transferidos para fora do país, 17 700 milhões de euros de rendimentos. Um país pobre?!

Conforme dissemos anteriormente: "Com o euro estão anunciados 10 anos de sacrifícios, isto é, "ad aeterno ceteris paribus" (até à eternidade em iguais circunstâncias…). Sair do euro: 6 meses de sacrifícios e esforços, recompensados". Isto é, os custos da nossa saída da zona euro seriam temporários ao passo que os custos de permanecermos serão inultrapassáveis, pois apenas aprofundaremos a situação a que chegamos, de meros servos da dívida, a versão actual dos servos da gleba medievais, submetidos ao capital financeiro do "eixo franco-alemão"

FALSAS ALEGAÇÕES

Referimos também em como eram falsas as alegações catastrofistas de, abandonando o euro, aumentar a dívida e não haver dinheiro para pagar salários e pensões, além de outros aspectos. Vejamos agora outras alegações que parecem pertinentes: desvalorização, inflação, perda de valor dos depósitos, perda de poder de compra.

Desvalorização – claro que o "novo escudo" seria desvalorizado, o que seria benéfico para a economia nacional, reduzindo o défice externo, aumentando exportações, reduzindo importações, fomentando a produção nacional e o emprego.

Uma das regras da economia clássica mais comummente aceite é que o valor da moeda de um país deve reflectir o equilíbrio das suas contas externas. Temos uma moeda sobrevalorizada em relação à produtividade e estrutura produtiva nacionais – situação de desastre, cuja bancarrota da Argentina no início do século serve de exemplo. A actual cotação do euro apenas serve a Balança Comercial da Alemanha e países próximos a ela intimamente associados como a Holanda e a Áustria.

Inflação dispara – num primeiro momento sim, mas este é justamente o critério que Keynes assumiu – e durante décadas posto em prática – para ultrapassar as crises capitalistas. Para Keynes o problema económico não era a inflação, era o desemprego, Entre uma coisa e outra mais valia prejudicar a finança, mas salvar a economia e dar solução às pessoas. É evidente que a inflação se reduziria à medida que a produção nacional aumentasse e o desemprego diminuísse.

Os depósitos perderiam o seu valor – independentemente de com o euro estarem e continuarem a perde-lo, é certo que com nova moeda perderiam – pelo menos transitoriamente – em relação a moedas estrangeiras, o que importaria fundamentalmente a quem exporta capital, mas isto do ponto de vista do país seria benéfico. Internamente o seu valor seria o do poder de compra da nova moeda. Aliás o poder de compra do euro – já não falando do dos portugueses – é cada vez menor. A nova moeda permitiria também nestas condições um aumento da poupança nacional que bem necessária é, em vez de se escoar para o estrangeiro como areia entre os dedos.

O poder de compra seria drasticamente reduzido – não parece fazer muito sentido esta alegação, atendendo ao que acontece e às perspectivas futuras, quando já nem os ministros nem os seus propagandistas conseguem garantir como e quando a descida do poder de compra para. A única forma do poder de compra subir é abandonar o euro, promover a produção nacional, reduzir o desemprego, ter um sistema fiscal não determinado pelos interesses da finança.

Dizer que passaríamos a viver com 25 ou 40% menos é errado. É confundir o valor dos bens com a sua expressão monetária. Os bens transaccionáveis manteriam o seu valor expresso em euros ou noutra moeda. Põe-se o problema, sim, de como pagar as importações, que se reduziriam. Mas como paga-las estando na zona euro? Endividando-nos sem fim.

A questão é, pois, produzir bens transaccionáveis. Ora, como o euro não o conseguimos, como está mais que provado, a única forma de o fazer é de facto negociar a saída da zona euro.

É evidente que problemas de ordem prática e técnica se colocam numa substituição da moeda. São questões técnicas, umas menores – como a alteração das caixas registadoras – outras maiores cuja solução reside na alteração do estatuto e funcionamento do Banco de Portugal – hoje uma espécie de barco encalhado ao sabor das marés da finança internacional.

Sem dúvida que uma das medidas para defesa da riqueza nacional seria o controlo e a temporária proibição de exportação de rendimentos acima de determinados valores. Se a UE tivesse soluções há muito que as teria tomado. Dominada pela superstição neoliberal chegou a este impasse. A Alemanha já perdeu mais esta guerra pelo domínio da Europa, mas como dantes quer arrastar todos consigo. Não há que ter ilusões, Srs. do "federalismo" europeu, para Portugal e outros países o plano nem sequer passa por "região autónoma": apenas a servidão neocolonial.

Portugal necessita recuperar urgentemente um desígnio de independência nacional. A solução para a crise está no projecto constitucional que traduziu os anseios do povo no tão almejado 25 de Abril.

O caminho que este governo pretende seguir foi recentemente definido pela personagem digna de figurar numa história do Tim Tim – uma espécie de Dupond, mas do lado do Rastapopoulos – que é hoje o sr. ministro das Finanças: Diz que a sujeição à chantagem e à usura é "ganhar a confiança dos mercados". Pelos vistos a confiança dos portugueses pouco lhe importa. Quanto aos mercados, riram-se-lhe na cara, aplaudindo as medidas do OE e aumentando os juros no mesmo dia. Entretanto o primeiro-ministro com inusitado alheamento das consequências, promete mais austeridade…



Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

Posso não voltar..., mas vou!

Edited by - Eduardo Filipe on 02 January 2012 00:04:17
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Eduardo Filipe
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Posted - 10 January 2012 :  02:22:47  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
Achei!
Aqui vai o nosso Zé Manel, ainda estudante em 1974! Militante do ... MRPP
Já falava, falava, falava e não dizia nada. Mas falava bonito ah ah ah
Quem diria que seria: Secretário de Estado, PM e agora reeleito presidente da União Europeia!





Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

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Eduardo Filipe
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Posted - 11 January 2012 :  12:43:19  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
AFINAL, FAZER A CAMA PORQUÊ?

Cientistas britânicos concluíram que deixar a cama por fazer é melhor
e mais higiénico.

A investigação dos especialistas da Universidade de Kingston revelou
que os ácaros que vivem nos colchões não conseguem sobreviver se a
cama estiver desfeita.

Os investigadores acreditam que estes pequenos aracnídeos precisam de
um ambiente quente e húmido para sobreviver, uma vez que retiram
humidade da atmosfera que os rodeia.

«Deixar a cama por fazer durante o dia retira a humidade dos lençóis e
do colchão, pelo que os ácaros ficam desidratados e morrem», adianta o
responsável pela pesquisa, Stephen Pretlove.

Em média, uma cama alberga 1,5 milhões de ácaros, que têm menos de um
milímetro de comprimento e se alimentam de partículas de pele humana
morta.


Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

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Eduardo Filipe
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Posted - 13 January 2012 :  18:19:07  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
,,,mai nada!!!!! Regressa Salazar que o pessoal perdoa-te …

Estes não necessitam de imigrar.

Viva o Paços Coelho (mente mais que dentes tem na boca)e o resto da rapaziada á e já agora a troika.


Lista de 29 assessores / adjuntos de Ministérios, todos de idade inferior a 30 anos, havendo 14 "especialistas" com idades entre os 24 e os 25 anos.






Fonte: You must be logged in to see this link.


MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL (2)

Cargo: Assessora
Nome: Ana Miguel Marques Neves dos Santos
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Adjunto
Nome: João Miguel Saraiva Annes
Idade:28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.183,63 €

MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS (1)

Cargo: Adjunto
Nome: Filipe Fernandes
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.633,82 €

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS (4)

Cargo: Adjunto
Nome: Carlos Correia de Oliveira Vaz de Almeida
Idade: 26 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Assessor
Nome: Bruno Miguel Ribeiro Escada
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.854 €

Cargo: Assessor
Nome: Filipe Gil França Abreu
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.854 €

Cargo: Adjunto
Nome: Nelson Rodrigo Rocha Gomes
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA (2)


Cargo: Assessor
Nome: Jorge Afonso Moutinho Garcez Nogueira
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Assessor
Nome: André Manuel Santos Rodrigues Barbosa
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.364,50 €

MINISTRO ADJUNTO E DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES (5)

Cargo: Especialista
Nome: Diogo Rolo Mendonça Noivo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Adjunto
Nome: Ademar Vala Marques
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Tatiana Filipa Abreu Lopes Canas da Silva Canas
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Rita Ferreira Roquete Teles Branco Chaves
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: André Tiago Pardal da Silva
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA ECONOMIA (8)

Cargo: Adjunta
Nome: Cláudia de Moura Alves Saavedra Pinto
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago Lebres Moutinho
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Cristóvão Baptista
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Tiago José de Oliveira Bolhão Páscoa
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: André Filipe Abreu Regateiro
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Ana da Conceição Gracias Duarte
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: David Emanuel de Carvalho Figueiredo Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: João Miguel Folgado Verol Marques
Idade: 24 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,34 €


MINISTÉRIO DA AGRICULTURA (3)

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Joana Maria Enes da Silva Malheiro Novo
Idade: 25 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista/Assessor
Nome: Antero Silva
Idade: 27 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

Cargo: Especialista
Nome: Tiago de Melo Sousa Martins Cartaxo
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,33 €

MINISTÉRIO DA SAÚDE (1)

Cargo: Adjunto
Nome: Tiago Menezes Moutinho Macieirinha
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 3.069,37 €

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DA CIÊNCIA (2)

Cargo: Assessoria Técnica
Nome: Ana Isabel Barreira de Figueiredo
Idade: 29 anos
Vencimento Mensal Bruto: 2.198,80 €

Cargo: Assessor
Nome: Ricardo Morgado
Idade: 24
Vencimento Mensal Bruto: 2.505,46 €

SECRETÁRIO DE ESTADO DA CULTURA (1)

Cargo: Colaboradora/Especialista
Nome: Filipa Martins
Idade: 28 anos
Vencimento Mensal Bruto: 1.950,00 €





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streetpreacher
UMM



Tuvalu
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Posted - 13 January 2012 :  19:26:52  Show Profile Send streetpreacher a Private Message  Reply with Quote
E aqui podem ver o resto das nomeações feitas pelo Governo.

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Valter Ferreira

Clube UMM

Socio nº 0058


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Eduardo Filipe
UMMzão



Portugal
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Posted - 15 January 2012 :  01:04:29  Show Profile Send Eduardo Filipe a Private Message  Reply with Quote
14 subsidios de natal roubados

E assim constroem alegremente uma CRISE que é paga pelos contribuintes da classe média e baixa, com sacrifícios de vária ordem. Eles continuam na maior.

QUE LINDO EXEMPLO ! O tal carro novo que compraram para as obrigações protocolares


Depois da ressaca das novas medidas de austeridade que vêm aí ,os nossos governantes pedem poupança contenção e que façamos mais uma vez sacríficos.
Nem deixam assentar a poeira, adquirem de rajada uma viatura para convidados do Estado. Um Mercedes S450CDI no valor de 140.876 euros . A explicação dada, foi pelo custo de manutenção da anterior viatura e obrigações protocolares.

Um cidadão normal que tenha um carro antigo e a precisar de uma revisão geral o que faz? Não brinquem connosco. Se não temos dinheiro e estamos em restrições alugue-se um carro por uns dias ou compre-se um carro híbrido e mais em conta. Receber com dignidade não é o mesmo que sumptuosidade.

É uma vergonha! Depois queixem-se , o povo - «o povo é sereno» - tem que acordar para isto e muito mais. Esta noticia veio a lume, mas haverá outras peripécias que não se sabem. Definitivamente o exemplo não vem de cima e assim não vamos lá.
O Presidente da República deveria inviabilizar esta compra. Devido à cimeira da NATO compramos carros, e por outro lado são estes senhores europeus que nos mandam apertar o cinto. Um verdadeiro paradoxo...

Não seria vergonha nenhuma pedir um carro emprestado à Europa para as nossas obrigações protocolares.
Que dirão a maioria dos portugueses que gostariam de trocar de carro e não têm possibilidades para isso. Não há dinheiro não há gastos.
Este episódio mostra a nossa cultura permissiva - «quanto mais me bates mais gosto de ti» - mas que deve ser denunciada e condenada


Um Abraço UMM
Eduardo Filipe

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